Terapeuta relação perto de mim

Terapeuta tântrica formada nos níveis I, II e III. Fui monitora de diversos cursos de nível I. Tantra vem movimentar nosso corpo e mente, ressignificando o que entendemos como sexualidade e tesão de vida. Tantra nos auxilia a olhar para dentro e encontrar o que realmente nos faz sentir vivos. Para mim, a atenção, o interesse, o afecto real do terapeuta pelo seu paciente são o núcleo de uma relação terapêutica bem-sucedida. O interesse genuíno demonstrado vem colmatar a falha ... Você nunca vai sobrecarregar seu terapeuta, e seu terapeuta não vai mudar de assunto, ficar sem tempo ou, de repente, começar a falar sobre ele quando você precisar de algo. Terapeuta ocupacional Cássia Leôncio na ... 'Pets 2' aposta na relação de pais, filhos e animais de estimação ... eles vêm para perto ou deitam em cima de mim. Rafael mora sozinho há 5 ... 2. Quanto mais perto, em termos de espaço e tempo, o reforçamento estiver da resposta desejada, maior e melhor será o seu efeito ou a probabilidade de aumentar sua freqüência. A relação terapêutica traz assim condições ideais, para que esses princípios sejam colocados em prática. Terapeuta Sexual. Publicações. ... Evidências de validade baseadas na relação com outras variáveis da Escala de Autoeficácia Sexual Feminina; ... A Terapia Sexual Perto de Mim. Para agendar uma consulta entre em contato: +55 (19) 98102-4602 * Este trabalho tem como objetivo discutir o tema da relação terapêutica. Propomos aqui o termo neutralidade fóbica como uma espécie de crítica à postura adotada por alguns terapeutas em relação à autoexposição.Propõe-se aqui que a pretensa neutralidade científica dentro do ambiente da psicoterapia seja, muitas vezes, um disfarce para uma postura fóbica do terapeuta. Raio de Sol - Terapeuta Holística . ... você começará a enxergar a quantidade de gente boa e maravilhosa que estava ali bem perto de você e você tão focado(a) em quem não vale a pena sequer percebeu. ... assim, que o casal usufrua de uma relação feliz e estável. Em caso de discussões e brigas, reaproxima de forma saudável e amorosa ... estou separado a 8 meses, eu saí de casa por conta que estava apaixonado por uma mulher, mas fo carência pois minha mulher me deixou de lado na relação so se preocupava com nosso filho passamos por dificuldades financeiras e ela nunca entendeu, mas depois de 3 meses que sai de casa a resolvi me reconciliar e ela so me humilhou, me denigriu, mas mostrei a eka que me arrependi, fiz de tudo ... Todos os dias eu aprendo grandes lições somadas a diversas reflexões da vida em si, e de mim. Confesso que o alicerce deste trabalho vem da verdade, que para mim é um ato de fé. Ninguém imagina o que passei, para iniciar esta jornada de pesquisa e vida, sob o poder da ancestralidade africana.

cartucho do kefka [assustadormacarrão br]

2020.08.19 01:04 zxy33 cartucho do kefka [assustadormacarrão br]

cartucho do kefka [assustadormacarrão br]
Olá, brasil!
Meu nome é L., tenho 28 anos, sou professor de matemática em uma escola particular. Moro numa cidade do interior de SP, perto de Campinas. Aqui não tem muita coisa, não é uma cidade mais ou menos grande nem nada do tipo. É, de certa forma, até pacata. Mas estamos sofrendo com a pandemia, como todo mundo. Fico de cara quando vejo galera abrindo bar, escola, tudo, pensando que tá tudo controlado. Tá morrendo gente, sei lá, muito deprimente viver nessa sociedade. Mas hoje eu não vim falar disso. Vim falar de uma coisa que rolou comigo, envolvendo um cartucho usado de Final Fantasy III que comprei por um aplicativo. Vou me referir a esse cartucho como “cartucho do kefka”.
Nos anos 90 havia muitas locadoras de vídeo e jogos, e eu sempre gostava de alugar fitas de Super Nintendo, que foi meu primeiro videogame. Faz muito tempo que essas locadoras deixaram de existir, e as que continuam existindo não alugam mais jogos. Mas eu gosto de videogames antigos, então comecei uma coleção particular minha, para relembrar os velhos tempos.
Sou um gamer razoavelmente experiente, já joguei muitos jogos e sei sobre glitches e romhacks. Também já tive acesso a muitas creepypastas sobre videogames, então é difícil alguma coisa me surpreender. Até gosto de ver aquelas creepypastas do Pokémon Black, do Zelda do Ben, etc, etc, etc. Mas no fundo eu sei que é tudo forçação de barra, imaginação e artimanhas de romhack e photoshop. Mas eu curto pela estética. São coisas que realmente me tocam, então vejo quase como uma forma de arte. Mas isso que aconteceu recentemente eu não sei explicar, e por isso quero compartilhar a história com vocês. Esse é meu relato de como eu encontrei um cartucho maldito de final fantasy 6, o “cartucho do kefka”.
Tudo começou quando eu estava procurando por um cartucho de FF6 na internet. Já que aqui na minha cidade é difícil achar por meios “tradicionais” (leia-se: anuncios no facebook), fui buscar num aplicativo de coisas usadas. No ocidente, esse jogo saiu como Final Fantasy III, e, para a minha surpresa, não foi tão difícil assim achar os cartuchos, até por um preço bem baixo. Achei inclusive um na minha própria cidade! Quem vendia era um tal de Lucas.
Frente do cartucho, reparem em como o rótulo tá solto
Como vocês podem ver nessa foto que tirei do cartucho assim que chegou, o rótulo estava solto. Talvez o ex-dono tenha imprimido um novo e colado por cima do velho? Não fiz questão de saber. Confesso que nem fiz muita conta, porque esses jogos antigos as vezes são mal guardados mesmo, e pra mim, sinceramente, o que importa é o jogo funcionar. Mesmo assim, eu tentei mandar mensagem para o vendedor. Só que, depois de umas horas, quando ia ver se ele tinha respondido, sempre aparecia essa tela:
https://preview.redd.it/7nq5dmwqauh51.jpg?width=1275&format=pjpg&auto=webp&s=cc6581d7ede4b99816dce6a4d559da58a045262f
Comecei a ficar encafifado. Quer dizer, o cara apagou a mensagem? Mas como que ele apagou pra mim também? Deve ter sido um erro do site, qualquer coisa do tipo, então fiquei tentando. Mas sempre acontecia a mesma coisa. Pensei em ir atrás do anunciante, procurar número de celular dele, mas no fim fiquei com preguiça. Sei lá, coisa boba, e não ia mudar nada na minha vida. Já tinha pagado barato demais pelo cartucho.
O meu SNES não é o mesmo que eu tinha quando era criança, porque aquele original eu dei prum primo meu quando ganhei um Playstation. O videogame que eu tenho é um que consegui num bem-bolado quando eu tava na faculdade. Tinha um colega meu que tava se desfazendo de umas coisas e ele tinha esse super nintendo empoeirado com problema no cabo de energia. Eu peguei de graça dele, comprei um cabo novo, limpei e tá funcionando como novo. Jogo sempre nele, nunca deu problema com cartucho.
Quer dizer, nunca tinha dado...
Eu nunca fui muito bom de Final Fantasy, na verdade. Gosto de jogar, mas sempre que termino fico com a sensação de que perdi alguma coisa importante. Quando vejo outras pessoas jogando, percebo que nem sei usar os itens direito. Sou n00b demais. Mas gosto da série, então sempre jogo. O FF6 (ou III) eu já tinha jogado em emulador, nem fazia tanto tempo. Mas jogar no videogame de verdade é outra história. Não tem save state, não tem mamata, se der erro, paciência.
Pensando nisso, a primeira coisa que eu costumo testar nesses jogos é o salvamento, quando disponível. É comum cartuchos antigos estarem com a bateria gasta e não salvarem. Daí eu troco a bateria antes de começar a jogar, pra garantir. Bobo eu não sou.
Quando liguei pela primeira vez o jogo eu tava amarradão, nossa, finalmente vou jogar FF6 numa TV de Tubo, do jeito certo, como foi feito pra ser jogado. Animal demais. Quando entrei na primeira tela do jogo, uma coisa me chamou atençaõ: já tinha um savegame registrado nele. A party era: Strago, Terra, Edgar e... Kefka??
Pra quem não sabe: o Kefka é o vilão do jogo. Mas, pra dar uma imersão maior na história, os desenvolvedores às vezes colocavam o Kefka na party momentaneamente pra poder fazer umas cutscenes, mas a gente nunca joga realmente com ele, então é impossível salvar com ele na equipe. Mas sei lá, galera pira demais nesses jogos antigos, talvez o cara que estivesse jogando antes de mim tivesse explorado algum glitch do jogo, sei lá. O problema é que ao tentar carregar, dava erro, sempre. O jogo ficava com a tela preta e não iniciava. Soprei a fita, dei aquela limpada, e nada. Pra garantir que não era defeito do cartucho, eu tentei iniciar um jogo novo e funcionou bem, não deu problema. Inclusive eu consegui salvar. Mas, por algum motivo estranho, eu não queria salvar por cima daquele save do kefka. Eu sempre salvava nos outros slots.
Fui jogando e curtindo o jogo, aprendendo uma coisa ou outra de nova. Passei semanas jogando sem ter qualquer intercorrência. Mas foi nessa última semana que rolou algo bizarríssimo, que tá me incomodando até agora, embora racionalmente eu esteja tentando explicar pra mim mesmo o que rolou e veja tudo como uma infeliz coincidência.
O que aconteceu: eu já tava avançado no jogo, naquela quest em que a gente vai pra dentro da cabeça do Cyan e relembra a história dele e tem que enfrentar o Wrexsoul. Bicho maldito, lembro que quando joguei pela primeira vez demorei pra conseguir passar dessa parte, mas isso porque eu sou ruim mesmo. Dessa vez não foi muito diferente, eu tive que resetar o console várias e várias vezes até derrotar o monstro. Quando finalmente consegui, fiquei tão maluco com a vitória que, na hora que eu fui salvar, sem querer eu apertei por cima do save do kefka.
Cara, sério, eu não sei como eu fui tão rápido, mas assim que apertei o botão, automaticamente minha mão puxou o controle com tanta força, e tão rápido, que eu arranquei o videogame da tomada com a TV e tudo. Foi um ato de desespero, um negócio que nem eu sei explicar direito. Sabe quando a gente tem um reflexo tão instantâneo que a gente nem pensa pra fazer, e só faz? Pois é, foi tipo isso. Eu talvez tenha dado um berro quando puxei o controle. Talvez. Bom, o que aconteceu foi que eu arranquei tudo da tomada: videogame, TV, tudo. Fiquei com o * na mão pensando que eu tinha danificado o videogame ou a televisão, então eu tava meio que tremendo de nervoso quando repluguei na tomada.
A TV parecia OK. O videogame parecia inteiro. Eu juro que senti um cheiro estranho de queimado, mas deve ser coisa da minha cabeça, porque logo apssou. Pus o cartucho e liguei. O jogo funcionou, mas aí no meu save eu tava antes de enfrentar o Wrexsoul, e ia ter que passar por aquele inferno de novo, e de novo, e de novo. Por curiosidade, uma dessas curiosidades mórbidas, esquisitas, eu tentei carregar o save do Kefka, antes de retomar a frustração de dentro da cabeça do Cyan. Mas dessa vez o save entrou.
A party era: Strago, Terra, Edgar e Kefka. Mas, como esperado, o char do kefka era todo bugado. Os stats mostravam só ?????? em tudo, não dava pra equipar nada nele, não dava pra usar item nem magia nele. Ele só tava lá, com 0/0 de HP. Mas não aparecia como morto nem desmaiado, só tava lá ocupando espaço. Nesse save, os nomes estavam mudados: Strago era DEAD, Terra era MARI, Edgar era LUCAS e o Kefka era KEFKA mesmo (porque não dava pra mudar, acho). Na hora eu lembrei que, durante a minha adolescência, num barzinho de heavy metal aqui da minha cidade, tinha um figura chamado Lucas, cujo apelido era Morto. Fiquei “nossa, será que esse jogo era dele? Nunca mais soube desse cara, cidade pequena é isso mesmo”... Mas passou, e tanto faz.
No jogo, eles estavam perto de enfrentar o boss final (o próprio Kefka). Os itens até que eram bons, acho, porque não tive nenhuma dificuldade em ir ganhando as batalhas no castelo final. Quem quer que estivesse jogando, tava fazendo um bom trabalho, sabia o que tava fazendo.
Aí eu percebi uma coisa estranha: o kefka da party tava com o nome normal de kefka, mas o kefka vilão, o do jogo, o que eu ia enfrentar mesmo, tava com o nome FATHER. Daí eu não lembrava direito se isso acontecia no jogo mesmo, porque FF sempre tem umas reviravoltas, mas pelo que li nos guias, isso não deveria acontecer. Quando chegou na parte final, em que a gente enfrenta os vários estágios do Kefka, tem aquele esqueminha pra gente “escalar” a party com os reservas, caso algum dos nossos personagens morra durante a batalha. Só que, dessa vez, não tinha nenhum outro personagem disponível. Só os 4. Estranho, né? Quer dizer, mesmo se a gente NÃO usar outros personagens, necessariamente vai ter mais alguns dispon´vieis, porque a gente necessariamente tem que encontrá-los no decorrer do jogo.
(EDIÇÃO ANTES DE PUBLICAR: Enquanto eu estava escrevendo esse texto, comecei a sentir umas coisas estranhas. Eu nunca fui uma pessoa com "coração forte". Como vocês puderam notar anteriormente, eu escrevo razoavelmente bem, de maneira inteligível. No entanto, a partir do parágrafo abaixo, eu comecei a me sentir muito mal, uma queda repentina de pressão, talvez por nervoso ao lembrar de certos assuntos e certas cenas que ficarão claras mais abaixo. Eu não quis corrigir os erros de digitação, pois acredito que eles servem para expressar um pouco do meu nervosismo, essa coisa que queima por dentro ao mesmo tempo que parece um monte de agulha sendo enfiada no olho da minha alma. É uma maneira que encontrei de materializar algo ruim. Peço que, se você for uma pessoa sensível, especialmente com assuntos envolvendo família/doenças/suicídio, pare agora de ler o texto.)
Enquanto escrevo, confesso rpa vocês que estou meio nervoso. Essa parte mexeu comigo, entao a se sair em alguns erros de digitação eu na,ame não quero corrigir porque eu to muito tenso escreverndo esmsm e acho que deixar do jeito que sair e´n u ma maneira de retrarar como isso mexe comigo.
-[
EU tava no estágio final, pra quem não sabe o Kefka é difivido em várioas partes. Tem a parte dos pe´s, depois o corpo, depisi a cabeça. É tudo meio grotesca, a arte do jogo, umas formas juntas, um monte de forma humana amalgamada., sei lá,, coisa que só os jogos napkenses comseguem efazer, tipo o vilão lao do Erathborunf que galera vala que vê até um feto, coisa insintira. Bizarro demais.
Mas blz, é jogo, de boas. E eu até consegui andmininstar mbe a batalha, cheguei no final com uma oa fantavvamem vangatage
Vang
Vantagem
E depois de um tempo derorrei o kfefa.
Mas car,a eu não lembrava que a morte dele era tão lenta, e tão sofrida. No diálogo fina, ficava aparecendo:
FATHER: ..................FATHER: ..................
FATHER: ..................
Enquanto ele definhava. Mano, era horrível, aquela musiquinha sinistra de fundo, parecia que tinha uma sonda do inferno dentro do meu cérebro me cuturabcdo, mas ao mesmo tempo era uma muscia épica, zunindo na TV de tubo. Uma sensação incômoda demais. Eu sozinho em casa, coisa ruim, mau agouro, credo.
Pois é, daí o jogo devia acabar, ia ter aquela cutscene fantástica de todo mundo indo embora na nave, etc. Mas não foi isso que aconteceu.
Lembram que eu disse que tinha o DEAD (Strago) na party? Então. Depois que o Kefka (ou FATHER) morreu, ficou só a party, como se fosse rolar um diálogo, ainda dentro da tela de batalha. Daí acotneceu uma dessas cenas em que o computador escolhe as magias e itens pra vc, pra fazer alguma coisa dramática. Mas tb não era uma coisa que eu me lmebrava de ter acontecido no jogo original.
Aparecia a animação de todo mundo (menos o kefka0 de sair da batalha correndo. Mas de repente todo mundo parava e voltava. O cursor vai pra cima do Strago (DEAD) e vai em Magic. Dentro de Magic, dá pra ver que ele ta com 9999 de MP. Dai o cursor escolhe FLARE, que é a magia mais forte de fogo (eu acho...). Só que depois disso o cursor fica em cima do proprio strago e aciiona o Flare. Vem o Flare, dá MUITO dano no strago mas ele não morre. Dai ele repete, e solta outro Flare, e dá mais um monte de dano. Depois idsso, ele escohe as magias mais fortes de gelo, ar e raio, e solta sobre ele mesmo, dando tudo 9999 de dano, mas ele não morre. Fica com 0 de HP, contnuan dando dano , mas ele não morre.
No final a animação dele muda praquela que ele tá cabisbaixo, a tela vai ficando em fade out, aparece mais um diálogo:
FATHER: ................
FATHER: …………….
FATHER: …………….
E fica essa caixa de diálogo. Tento apertar de tudo, e nada funciona. Fica travado. O jogo fica nessa.
Reseto, e da primeira vez o jogo nem carrega. Da segunda vez, o jogo entra na tela inicial mas não consigo carregar nenhum save (nem os meus).
Fiquei perturbado, e por uns três dias nem toquei mais no nintendo. Fiquei incomodado e perturbado por causa de uma coincidência: recentemente meu pai teve um câncer no cérebro e infelizmente morreu. Foram dias terríveis. Foi a primeira vez que eu fui a uma UTI, isso em plena pandemia, e foi pra ver meu pai careca, costurado e babando. Todos os momentos que a gente passou junto, mesmo nossa relação nunca tendo sido a melhor, tava resumida ali naquele catarro escorrendo da boca dele, enquanto ele tava inerte, sem conseguir falar, sei lá sentindo ou pensando em quê. Isso mexe com qualquer um. Ver no jogo aquela coisa deformada com o nome de FATHER, e depois ver o Strago tentando se suicidar mexeu bastante comigo. Coisa que eu preciso conversar seriamente com meu terapeuta. Foi uma coincidência, mas me deixou perturbado. Não tenho conseguido dormir. Eu sonho com o kefka, com aquela coisa horrível, com o suicidio mal sucedido do strago, com o wrexsoul de dentro da cabeça do Cyan que eu nunca vou derrotar. Isso tudo mexe demais comigo e por isso eu quis compartilhar com vocês. Um pouco antes de escrever esse relato, eu tentei jogar de novo pra ver se aparecia alguma coisa. O que apareceu na tela foi isso:
...
Pois en~toa eu decidi me livrar do cartucho. Criei uma conta com dados falsos no mesmo aplicativo e anunciei o cartucho, com o mesmo rótulo mal colocado. Três pessoas vieram falar comigo, aqui mesmo da minha cidade. Vou vender para quem pagar mais caro.
Aqui na minha cidade nem tem uma cena tão forte assim de retrogaming, então de certa forma saí no lucro ao achar tão rpaido gente pra me leivirar do cartucho.
Isso tudo que eu relatei aconteceu nas últimas 5 semanas. Eu preciso falar com meu terapeuta.
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2018.05.05 07:59 koyaanisqatsi_guy Me apaixonei por uma colega de trabalho... e mudou minha vida.

O título já diz tudo. Vou contar brevemente essa experiência, pois é algo que eu vou precisar de muita força de vontade para superar.
Isso aconteceu um ano atrás...
Eu trabalho no mercado de comunicação, a rotatividade de pessoas entre empresas é muito grande, em um ano que consegui diversas entrevistas acabei passando por 3 empresas grandes, e na última delas eu conheci essa garota.
Foi por indicação de um amigo que eu fiz entrevista nesse lugar. E ele trabalhava com ela, não diretamente, mas no mesmo setor. Eu demorei um tempo pra notar que ela era diferente, a primeira vista foi só mais uma garota de 28 anos, linda e meio nerd. Porém, eu estava em uma fase de focar apenas no trabalho, pois sempre tive muita dificuldade com o lado social. Desde que me mudei para essa cidade decidi me envolver com qualquer garota que fosse fisicamente atraente, devido as frustrações de amar alguém profundamente, acabei me forçando a ser superficial. Isso foi me afetando aos poucos, até chegar em um ponto que eu simplesmente não via mais razão para isso, foi quando eu me afastei socialmente de tudo e comecei a trabalhar demais, o meu desempenho profissional aumentou, então decidi procurar lugar melhor, melhor salário, que no caso, foi a indicação do meu amigo.
Alguns anos atrás eu estava em uma faze em que projetava sinais e razões em tudo. Algo como me convencer a fazer algo por que música x que lembra pessoa y está tocando no momento em que eu estou no lugar z, então eu devo seguir meu "instinto" de investir naquela pessoa, mesmo se não tiver nenhuma chance.
Voltamos para o mês em que eu entrei na empresa nova, dezembro/16. Em janeiro eu estava almoçando com ela e com o grupo do setor dela, que incluía meu amigo, praticamente todos os dias. No terceiro dia meu amigo confirmou o que já se passava pela minha cabeça.
No almoço acontecia do grupo todo ter um assunto, mas eu e ela outro, não importa aonde estávamos sentados,longe, perto, a conversa era muito interessante pra ficar quieto.
Isso me deixou em completo estado de choque. Ela era simplesmente muito parecida comigo, eu ficava bugado, não sabia o que fazer.
Devido ao stress do trabalho, minha ansiedade tinha aumentado e como medida eu comecei a fazer terapia alguns anos atrás, meu terapeuta foi enfático em me dizer que eu deveria me permitir a amar e a me arriscar. Eu abracei a ideia.
Como um cara timído, nerd, com alto-estima baixa conquista uma garota? Eu não tenho a mínima ideia. Na minha humilde opinião e experiência própria isso é extremamente difícil. Mas não impossível.
Durante o processo da 'conquista' eu estava em um estado de negação a vida, pois eu achava ela atraente e interessante demais para minha pessoa. Passava horas questionando o por que do universo colocar essa pessoa em minha vida, pensando em todas coincidências que aconteceram para eu conhecer ela e de fato me interessar, era algo surreal. Mesmo gosto por música, filmes, nosso assunto preferido era realidade simulada, sério!
Eu decidi que iria ser sincero, deixar claro meu interesse e ver no que dava. Enquanto isso meu amigo e meus novos amigos da empresa comentavam que ela realmente dava sinais de interesse. Nesse ponto eu já estava imaginando coisas. Mas foi frustrante. Ela tinha acabado de sair de um namoro de 7 anos, engatado em uma relação breve de 3 anos e alguns meses antes ela tinha se envolvido com uma pessoa da empresa. Quando eu descobri isso, abri mão. Entrei em um estado de pré-depressão. Eu uso muito metro, ficava parado, esperando o vagão passar pensando em como seria mais facil me jogar ali do que esperar eu conseguir o amor dela.
Isso foi me dominando, essa vontade de querer fazer ela feliz e ver ela ao meu lado me implodia de angustia por não conseguir ver isso se concretizando. Há essa altura eu já sábia que ela não tava fazendo nem um pouco bem para mim, mas eu não estava pensando nisso, estava pensando em fazer ela feliz.
A primeira tentativa foi demonstrar interesse, coisa que fiz até demais. Chamava ela pra sair pro bar toda quinta e sexta feira, não conseguia me conter em ficar feliz com um sorriso de orelha a orelha quando ela aceitava. Era algo maior que o meu auto controle e que a minha força de vontade. Em janeiro foi o mês de colocar as cartas na mesa, eu deixei claro que me interessava por ela e queria sair apenas com ela, então, ela finalmente colocou um ponto final em tudo. Me disse que não queria se envolver com pessoas do trabalho, então contou os relacionamentos dela. Ai tudo fez sentido, finalmente, o medo de falhar que eu tinha, se tornou realidade.
É engraçado, pois foi muito aliviante. Eu finalmente tinha o não dela e com isso podia me conformar com mais um não da vida, me lembrar o por que eu focava no trabalho o por que disso. A frustração me fazia esquecer tudo e me deixava muito produtivo. Eu sempre usei tristeza, raiva e sofrimento ao meu favor.
Começou fevereiro
Nos dias seguintes, o mais absurdo acontece: ela me chama para ir na casa dela. Após o fora, eu imaginava que iria existir um silêncio e que o nosso começo de amizade iria morrer rápido, mas foi o oposto. Amizade era o objetivo dela, talvez uma amizade colorida. Mas definitivamente nada sério. Eu aceitei o convite de ir para casa dela, mas com uma consciência de que eu era apenas amigo. Conhecendo amigos que forçam beijo na balada e fazem esse tipo de coisa escrota, eu nunca iria tentar beijar ela após o fora. Ia ser muito constrangedor se ela não gostasse e isso era o fim do mundo em loop para mim.
Ela deu diversos sinais, mas ao mesmo tempo me contou como sempre teve mais amigos homens do que mulheres, eu achei que tinha lido a situação de uma maneira correta. Nesse dia eu fui o mais tapado possível, fui um amigo mesmo, não tentei nada. Depois disso, quarta feira, na sexta ela estava no bar comigo e com o pessoal do trabalho e convidou para irmos até a casa dela. Eu falei para o meu amigo que tinha interesse nela (não era o amigo do trabalho). Isso foi surreal. Um amigo de um outro ciclo de amigos tinha conhecido ela naquele dia, e ela convidou nós dois para irmos até lá. Eu não entendi nada. Fui sincero com ele, falei que estava muito interessado e que gostaria de tentar algo naquele dia. Ele foi super gente boa e foi embora uma meia hora depois.
Era isso, eu estava sozinho com ela no apartamento dela. Mas na verdade eu estava aprisionado dentro da minha cabeça não me permitindo tentar nada. Então eu não tentei. Nem cheguei perto. Falei tanto que a coitada caiu de sono. Nesse dia eu estava conformado que tinha zerado quaisquer ruídos e chances de relacionamento amoroso com ela.
Eu descobri que ela estava com receio de ficar comigo pelo nível de atenção e interesse que eu demonstrava por ela. Ela estava corretíssima, nós estávamos em sintonias diferentes ainda sim nosso radinho de pilha captava a frequência do outro sem querer. O fatídico dia foi durante um happy hour da empresa, no próprio local onde nós trabalhávamos. O fato de pensar em ver ela me dava ansiedade, então comecei a evitar. Não queria ir até o happy hour por nada, então fiquei na minha mesa trabalhando, naturalmente, quando todos já estavam se alcoolizando e socializando. Eu estaria bem ali a noite inteira, talvez angustiado mas transformando tudo em produtividade, é o que eu sei fazer afinal. Mas meu amigo tramou um plano, chamou a melhor amiga dela no trabalho e quando eu percebi estava sozinho com ela. A reação dela quando eu me aproximei? Foi virar para o outro lado.
Imediatamente voltei para minha mesa, coloquei meu fone e voltei a trabalhar como se nada houvesse acontecido. Ela me liga 3 vezes e comeca a mandar mensagens, pedindo para eu responder, perguntando se eu estava bravo. Eu falei a verdade, que não deveria mais ver ou falar com ela pois estava me atrapalhando e me fazendo mal. Era a hora perfeita para tudo acabar e eu voltar para a minha vida medíocre.
Ela então, as 2 horas da manhã me chama para ir no apartamento dela. Nunca, nem em 100 vidas eu diria não. Eu fui, sentindo que tinha atingido um objetivo superficial, quando na verdade, no meu interior, eu me preocupava com as consequências. Eu não queria encontrar ela bêbada, queria que fosse algo verdadeiro mesmo que fosse uma simples conversa.
Eis que eu fiz a maior besteira da minha vida. Eu preferi ela do que eu mesmo. Eu escolhi por fazer alguém feliz e me fazer infeliz, sem pensar ou medir as consequências. Então eu convenci ela, e a mim mesmo que eu tinha entendido a situação e que nós poderíamos ficar aquele dia e sermos amigos. Acabamos dormindo juntos, foi de fato um dos melhores dias da minha vida, não apenas pelo sexo, mas pela satisfação em fazer alguém que você ama feliz. Comecei a me alimentar daquela sensação. A relação foi cada vez mais tomando uma forma e quando eu percebi, estava ali, moldado, desenhado e exposto: Eu estava vivendo para ela.
Ela me ligava de noite, pedia para eu ir até a casa dela, eu pegava o táxi e ia na hora, não importa o dinheiro, distância, sono, nada, o que importa é fazer essa garota feliz. O problema é que durante o dia, eu sabia que ela não queria nada, então no trabalho eramos apenas colegas na perspectiva dos outros. Eu fui ficando cada vez mais interessado, fui me cedendo cada vez mais, ao chegar no ponto em que eu via que apenas ela definia quando iriamos nos ver. Eu não conseguia chamar ela pra sair e receber um sim, tinha que ser algo quando ela queria. Nessa altura do campeonato eu já estava muito perdido, a consequência da solidão batia na porta mas eu simplesmente ignorava e achava que era uma viagem minha, que tudo iria dar certo e eu iria conquistar ela.
Isso foi criando um vazio dentro de mim, pois eu sabia que ela não tinha terminado o último relacionamento dela de forma amigável, isso começou a afetar ela e consequentemente a mim, que ficava imaginando o que teria acontecido, pois ambos estavam quase morando juntos.
Então, março
O fim veio rápido como o final do feriado de carnaval. Passamos todos os dias juntos transando, conversando, mas aquela bola de neve gigante estava vindo e nós dois sabíamos, o problema é que eu tinha convencido ela que não tinha bola de neve e tava tudo bem. Um dia, ela me chamou para ir na casa dela jantar. Era meio que um big deal, pois nunca havia existido um convite antecipado como esse. Ela tinha arrumado a varanda com luzes e uma mesinha, foi simplesmente uma das coisas mais legais e agradáveis que eu já vivenciei com alguém. Infelizmente a bola de neve engoliu tudo esse dia. Claramente incomodada com a situação, com o que nós estávamos fazendo, ela ficou em um mood estranho e distante de mim. Era a primeira vez que ela fazia aquilo. Eu não entendi e tentei contornar, em um certo ponto eu soube que aquele era o último dia.
Depois disso ela se distanciou de mim, parou de falar comigo frequentemente. Eu achei que era algum tipo de mind game feminino, para eu correr atrás ou algo do tipo. Eu corri atrás e dei de cara em uma parede quilométrica. Não existia mais aquela ponte entre a gente, não existia mais nada a não ser uma tensão de quando vai ser a proxima vez que ela vai me chamar. Os pensamentos suicidas voltaram, eu já não conseguia trabalhar no mesmo local com medo de olhar no olho dela e saborear aquela sensação de que ela não me quer na vida dela, além dos meus pensamentos auto depreciativos de que eu era um bosta e que eu tinha me colocado em uma situação de merda.
A minha ansiedade piorou, tive que me ausentar um mês do trabalho por causa de crises constantes de ansiedade, comecei tratamento psiquiátrico junto com a terapia para segurar a ansiedade, não conseguia sair de casa, não conseguia fazer nada a não ser pensar nesse fracasso. Engordei 17 kg em um período de 9 meses. Eu fazia academia para emagrecer para ela me notar. Tenho 1,78 e estava com 80kg, depois disso, cheguei aos 98kg.
What a ride.
Depis de maio-abril de 2017 eu expliquei para ela que seria melhor se eu me afastasse para sempre. Bloqueei ela em todas minhas redes sociais, toda vez que via ela saia imediatamente do campo de visão dela, pois me dava crise de ansiedade. Evitava todos lugares achando que ela estaria ali. Não existia mais tranquilidade, ela aparecia nos meus sonhos, pesadelos. Eu realmente me perdi. Nunca mais vou conseguir falar com ela, perdi a chance de fazer essa garota incrível feliz. Obviamente a culpa de tudo isso é minha. Não tive maturidade para lidar e deu no que deu.
Atualmente eu lido com isso de uma maneira objetiva, que é: aprendizado. A vontade de morrer sempre vai existir, afinal, eu ainda amo essa garota. Nunca vou superar totalmente essa experiência devido a maneira que aconteceu. Eu me isolei socialmente por quase 12 meses, cheguei a excluir diversos amigos de longa data apenas por que eles namoravam. Apaguei familia de todas redes sociais, tudo me fazia lembrar de como eu era um miserável solitário que tinha falhado na única chance de conquistar a mulher da minha vida.
A única razão que eu estou escrevendo tudo isso, é por que eu preciso tirar isso de dentro de mim. Se eu realmente quero viver e tenho amor a mim mesmo, eu tenho que seguir em frente e ser resistente. Isso foi apenas um aprendizado, dos mais difíceis de toda minha vida. Eu questionava diariamente o por que de tudo isso ter acontecido. Eu nunca mais vou ser o mesmo, essa lição me mostrou muita coisa, uma delas é que eu tenho uma batalha constante com o meu eu interior. Nosso auto controle define quem somos, se você não em auto controle, possivelmente você vai se colocar em situações que podem mudar você e sua vida para sempre, eu espero que de maneira positiva.
Eu ainda tenho muito tempo pela frente para transformar o saldo dessa história em positivo. Mas o que eu queria mesmo era estar com ela.
Saudades de você, n.
TLDR;
Me iludi com uma colega de trabalho que era muito parecida comigo, fingi que estava preparado para uma relação superficial mas me apaixonei e acabei me perdendo dentro de mim mesmo. Entrei em depressão e me isolei socialmente por quase um ano, suicídio era mais aliviante do que pensar em um futuro positivo. A existência era dolorosa e pesada. Hoje eu sei que isso foi um aprendizado, daqueles fudidos que não é para a gente esquecer. Vou levar isso pro resto da vida, espero que com o tempo transforme o resultado em algo positivo.
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Raio de Sol - Terapeuta Holística, Rua Capitão Pereirinha ...

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Corona vírus tá matando muitas pessoas sejam elas perto e tbm afastando pessoas de suas famílias ,pelo menos pra mim problemas diversos com relação a muita c... Meu nome é Dani. Sou taróloga, terapeuta floral e professora. Adoro a experiência de estar no aqui e no agora, nesse planeta tão lindo e perfeito! Sou muito ...